Siga o Copo http://sigaocopo.blogosfera.uol.com.br Juliana Simon é jornalista da Universa, sommelière de cervejas, mestre em estilos e especialista em harmonização pelo Instituto da Cerveja Brasil. Sat, 19 Oct 2019 12:25:13 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.7.2 Tradicional, com fruta e até chá, Gin Tônica é o clássico versátil http://sigaocopo.blogosfera.uol.com.br/2019/10/19/tradicional-com-fruta-e-ate-cha-gin-tonica-e-o-classico-versatil/ http://sigaocopo.blogosfera.uol.com.br/2019/10/19/tradicional-com-fruta-e-ate-cha-gin-tonica-e-o-classico-versatil/#respond Sat, 19 Oct 2019 12:20:24 +0000 http://sigaocopo.blogosfera.uol.com.br/?p=1630 Do sofisticado Negroni ao revisitado Rabo de Galo, o mundo dos drinques tem sempre algo a dizer. Nesse sábado (19 de outubro), um deles tem até mesmo uma data para chamar de sua. Gin Tônica, aquele abraço! Ninguém sabe ao certo o motivo da escolha da data, mas é inegável a popularidade do drinque por […]

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Do sofisticado Negroni ao revisitado Rabo de Galo, o mundo dos drinques tem sempre algo a dizer. Nesse sábado (19 de outubro), um deles tem até mesmo uma data para chamar de sua. Gin Tônica, aquele abraço!

Ninguém sabe ao certo o motivo da escolha da data, mas é inegável a popularidade do drinque por aí, seja na receita tradicional ou releituras.

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Combinação acidental

Reza a lenda – ou o Difford’s Guide, no caso – que o quinino (produto que dá o amargor à água gaseificada) era usado nos anos 1600, para combater a malária, e lá para 1850 sua combinação líquida já era popular.

Dizem que quem inventou o drinque foram soldados da Companhia Britânica das Índias Orientais, que acrescentaram o gin para tornar a bebida saudável também mais palatável – e conseguiram bem mais que isso, convenhamos.

Clássico é clássico…

E assim surge a mistura bem “british”, mas que faz um tremendo sucesso ao redor do globo.

Kennedy Nascimento, talento da coquetelaria brasileira e colecionador de títulos como o melhor bartender do Brasil, da América Latina e do mundo, contou ao Siga o Copo o que, afinal, 0 gin tônica tem.

Kennedy Nascimento (Crédito: Ale Virgílio)

Para ele, o paladar do consumidor evoluiu e as situações em que se procura bebidas marcantes estão cada vez mais fluidas, parte do dia a dia.

“É um clássico highball (bebida destilada com algum tipo de gaseificado como complemento), com a diferença de que esta combinação, ao invés de mascarar o sabor do álcool, mantém seu amargor de origem. As pessoas bebem para sentir isso e apreciar”, diz.

… mas pode se renovar

Apesar de ser um dos grandes nomes da elaboração de drinques, Kennedy não vê as versões prontas do drinque em garrafas e latas como um pecado e, para ele, ajudam a elevar cada vez mais o consumo da categoria.

Embaixador do Tanqueray, Kennedy conta que a tradicional marca de gin também elaborou maneiras mais democráticas de agradar o público, o Tanqueray & Tonic Pre-Mix.

A bebida une a mistura de Tanqueray London Dry com água tônica artesanal e chega ao mercado na segunda (21) pelo www.thebar.com e nas lojas do Pão de Açúcar em São Paulo e Rio de Janeiro a R$ 16 a garrafa de 275 ml.

Gin Tônica perfeito existe

Para quem ainda prefere a versão feita com toda a beleza da coquetelaria e seus gestos e acessórios de babar, Kennedy entrega os segredos da combinação ideal:

Dose do gin proporcional a quantidade de água tônica: uma parte de gin para três partes de água tônica. Não adianta colocar uma dose muito maior porque o drinque ficará desequilibrado;

– Pegar uma taça ou copo, colocar bastante gelo e acrescentar a dose de 50ml de gin;

– Quando for a vez da água tônica, é preciso colocá-la bem devagar. Dessa forma conseguimos preservar as borbulhas que a tônica tem, o que permite que o drinque fique muito mais refrescante;

– Pode acrescentar uma guarnição. “Por exemplo, com Tanqueray N° Ten, o meu Gin favorito, sempre utilizo meia fatia de grapefruit”, entrega;

– Para dar ainda mais aroma e sabor no coquetel, pode tirar uma casca de grapefruit/laranja/limão e espremê-la por cima do copo;

Uma curiosidade: nos drinques, quanto mais aroma colocamos, mais sabor a gente sente ao bebê-lo.

Além do tradicional

Segundo Kennedy, dá para fazer o drinque de acordo com diversos paladares:

Se a pessoa gosta muito de chás, ela pode incluir no drinque um sache de seu sabor favorito.

Se ela gosta de frutas vermelhas e drinques mais frutados, a ideia é utilizar opções como morango e framboesa.

Se prefere frutas mais cítricos pode apostar em grapefruit, limão e laranja.

Se a pessoa é fã de especiarias, pode acrescentar cravo, canela ou anis-estrelado.

O importante é não misturar todos os ingredientes para não perder o aroma e o sabor predominante.

Anotou? Agora vai comemorar seu dia do Gin Tônica da maneira que mais gostar, caro bebedor!

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Vai ter latinha SIM. E se reclamar, até nos (bons) drinques http://sigaocopo.blogosfera.uol.com.br/2019/10/11/vai-ter-latinha-sim-e-se-reclamar-ate-nos-bons-drinques/ http://sigaocopo.blogosfera.uol.com.br/2019/10/11/vai-ter-latinha-sim-e-se-reclamar-ate-nos-bons-drinques/#respond Fri, 11 Oct 2019 12:23:10 +0000 http://sigaocopo.blogosfera.uol.com.br/?p=1621 Aqui no Siga o Copo já se ouviu um tanto sobre latas – e ganhou palavras nada carinhosas da “resistência garrafeira”. Teve gente revoltadíssima até com a simples constatação de que a embalagem é UMA DAS opções possíveis e cada vez mais queridas no mundo cervejeiro, seja o mainstream ou o de artesanais. Essa realidade, porém, extrapolou para outros universos da […]

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Aqui no Siga o Copo já se ouviu um tanto sobre latas – e ganhou palavras nada carinhosas da “resistência garrafeira”. Teve gente revoltadíssima até com a simples constatação de que a embalagem é UMA DAS opções possíveis e cada vez mais queridas no mundo cervejeiro, seja o mainstream ou o de artesanais.

Essa realidade, porém, extrapolou para outros universos da birita e agora temos até vinhos enlatados, também retratados neste blog – e que nem deixou o “enopúblico” tão bravo. O que pode acontecer quando avisar que HOJE É DIA DE DRINQUE EM LATA, BEBÊ?

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E não falamos de qualquer produção, qualquer receita ou qualquer intenção.

Em setembro, o trio poderoso de cervejeiras da Japas anunciou o primeiro Highball (drinque gaseificado a base de uísque) em lata do Brasil, batizado de “Haiboru” e com as versões Clássico e o Yuzu (uma rara fruta japonesa com gosto de limão e aroma de tangerina).

Maíra Kimura, sócia e fundadora da cervejaria, declarou ao blog que vai ter drinque em lata sim e por ótimos motivos. 

“Estamos dando preferência às latas porque é uma embalagem mais sustentável e também porque é assim que se vende no Japão. Lá é muito difícil encontrar algum highball que não seja em lata. Um outro ponto é sobre a vantagem que a lata tem em relação a conservação do produto, pois oferece maior proteção contra a luz e é hermético”, conta.

Cabou? Nananinanão

Já contamos aqui a história do famoso Negroni e agora ele chegou aonde? É, na latinha. Graças ao pessoal da Bitter&Co, que já havia colocado a icônica mistura de Campari, gin e vermute na garrafa, “enlatou” o drinque em embalagens de 269 ml (a R$ 43) na fábrica da Cervejaria Tarantino (SP).

 

Para os fãs de Gin Tônica, duas versões em lata estão no mercado: a novidade Jungle Gin Tonic (a R$ 15) e a Ginta, que circula por Rio e Espírito Santo desde o meio de 2019.

André Clemente, um dos sócios da Bitter&Co, conta que nada melhor que levar as latinhas prontas para um dia na praia: mais fáceis de carregar, de gelar e em um só recipiente.

Que nos perdoem os garrafeiros, mas as latinhas são sensacionais. Digo, fundamentais.

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Hidromel se renova e conquista público além dos “vikings modernos” http://sigaocopo.blogosfera.uol.com.br/2019/10/03/hidromel-se-renova-e-conquista-publico-alem-dos-vikings-modernos/ http://sigaocopo.blogosfera.uol.com.br/2019/10/03/hidromel-se-renova-e-conquista-publico-alem-dos-vikings-modernos/#respond Thu, 03 Oct 2019 13:26:00 +0000 http://sigaocopo.blogosfera.uol.com.br/?p=1614 No Dia Nacional da Abelha e depois das cervejas com adição de mel, é a vez do hidromel ganhar uma análise mais cuidadosa do Siga o Copo. Vai ter mel de novo SIM! Bastante popular entre os apaixonados pelas culturas viking, medieval e geek – Game Of Thrones, olar -, a bebida, até pouco tempo, ficava restrita […]

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Degustação de hidroméis OldPony na meca cervejeira Empório Alto de Pinheiros (Crédito: Ju Simon)

No Dia Nacional da Abelha e depois das cervejas com adição de mel, é a vez do hidromel ganhar uma análise mais cuidadosa do Siga o Copo. Vai ter mel de novo SIM!

Bastante popular entre os apaixonados pelas culturas viking, medieval e geek – Game Of Thrones, olar -, a bebida, até pouco tempo, ficava restrita a esses círculos e sofria com produções bastante amadoras. Há menos de dez anos, ela ganhou um boom de popularidade nos EUA e hidromelarias pipocaram com receitas inovadoras.

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Como a cerveja, o vinho e muitas outros, o hidromel tem suas geniais peculiaridades – e é mais versátil que muita gente pensa.

Saiba tudo o que você sempre quis saber sobre a bebida, mas sempre teve medo de perguntar pro seu amigo viking moderno. Nesse caso, contamos com a santa ajuda da hidromelaria Old Pony, na ativa desde 2013 com produções artesanais. 

Hidroméis, braggots e até vinagres da OldPony (Crédito: Ju Simon)

O que é hidromel?

Segundo a legislação brasileira, é um fermentando a base de água, mel e leveduras entre 4% a 14% ABV.

São todos iguais?

Nananinanão. Existem variações como dulçor mais elevador (como o OldPony Elfic) e mais seco, como o OldPony Dwarfic. Estes recebem mel de laranjeira, que dá notas de frutas amarelas. Mas há também hidromel doce à base de mel de eucalipto (Aegir).

Existem estilos de hidromel?

Sim! E são tão curiosos quanto os de cerveja, por exemplo. Pela legislação, não são reconhecidos como hidromel e sim como Bebidas Alcoólicas Mistas.

Melomel: hidromel com frutas

Braggot: mezzo cerveja <3 , mezzo hidromel

Metheglin: hidromel com ervas e especiarias

Há regras de como servir?

Via de regra, não. Taças de vinhos ou até mesmo em shots aceitam a bebida. Se quer algo mais “raiz”,  vale tirar o pó de seu drinking horn (chifre de boi). Puro, com gelo ou até mesmo em drinques a base de frutas são possíveis.

Como harmonizar?

Para quem está começando, uma boa dica é usar as mesmas regras do vinho. Já para quem não tem medo de experimentar, até mesmo um hidromel tradicional suave pode ser servido com carne de porco ou até mesmo carnes de caça.

Além do básico

Se a bebida é boa, tudo fica bom. Mas com boas histórias, ela só pode ficar ótima. E o hidromel conta com várias delas para um papo de bar sem fim.

Dizem, por exemplo, que o termo “Lua de Mel” vem do costume de o pai da noiva oferecer ao casal um lote de hidromel para ser consumido nos 30 dias (um ciclo lunar completo) imediatos ao casamento. A bebida ajudaria na fertilidade do casal para a geração do primeiro filho.

(Crédito: Unsplash)

E desculpem apaixonados pela cultura escandinava, mas as primeiras evidências arqueológicas para a produção de hidromel datam do século 7 a.C. na China.

E mais: existem relatos de uma bebida similar ainda mais distante na linha do tempo na Mesopotâmia, Babilônia, e entre gregos, romanos, celtas, hindus e até mesmo entre os maias.

Tem hidromel para todo mundo!

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Ele voltou e trouxe bebida: o drinque criado por Leonard Cohen http://sigaocopo.blogosfera.uol.com.br/2019/09/26/ele-voltou-e-trouxe-bebida-o-drinque-criado-por-leonard-cohen/ http://sigaocopo.blogosfera.uol.com.br/2019/09/26/ele-voltou-e-trouxe-bebida-o-drinque-criado-por-leonard-cohen/#respond Thu, 26 Sep 2019 12:45:31 +0000 http://sigaocopo.blogosfera.uol.com.br/?p=1605 De quem você sente saudade? Além do meu vô (beijo), faz falta nesse mundo gente como Bowie, Lemmy e, claro, Leonard Cohen. Mas o que o canadense tem com um blog que fala de bebidas? A resposta é “Red Needle”. Em mais uma belíssima contribuição com nossas mortais figuras, Cohen inventou seu próprio drinque. Em […]

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(Crédito: Vesa Tapiola)

De quem você sente saudade? Além do meu vô (beijo), faz falta nesse mundo gente como Bowie, Lemmy e, claro, Leonard Cohen. Mas o que o canadense tem com um blog que fala de bebidas? A resposta é “Red Needle”.

Em mais uma belíssima contribuição com nossas mortais figuras, Cohen inventou seu próprio drinque. Em 1975, ele vivia na cidade de Needles, na Califórnia, mais precisamente no deserto de Mojave.

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O local deu nome à combinação de tequila, suco de cranberry e limão, derramados sobre pedras de gelo em taças. A elegância em forma de bebida – não poderia ser diferente sendo Cohen seu criador.

(Crédito: Jarko Arjatsalo)

A força da imperfeição

Esse post veio tarde para sua primeira ideia: no comecinho de setembro acabou a exposição sobre o multiartista em Nova York, no Jewish Museum, e durante as quintas de agosto quem passasse por lá tinha a oportunidade de entrar em um happy hour regado à criação alcoólica de Cohen.

Mas, como diz “Anthem”, “there is a crack in everything/That’s how the light gets in” (“Há uma falha em tudo. É assim que a luz entra”), outra notícia faz Cohen voltar para gente como se estivesse bem perto: seu álbum póstumo está em produção e a gente já tem uma prova do que virá pelas plataformas de streaming.

Para ouvir bebendo

Já que o happy hour em NY não é mais possível, a gente faz essa homenagem em casa mesmo. Eis a receita para Red Needle:

  • 60 ml de tequila
  • 120 ml de suco de cranberry
  • 15 ml de suco de limão
  • 1 rodela de limão para enfeitar
  • Gelo

Coloque o gelo em uma taça, misture os outros ingredientes e enfeite com uma rodela de limão.

(Crédito: Jarko Arjatsalo)

O Bowie já teve algum espaço aqui no Siga o Copo, o Lemmy já está chegando. Qual o drinque que lembra seu artista mais amado?

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Cerveja com mel é tão variada que pode conquistar até os mais “amargos” http://sigaocopo.blogosfera.uol.com.br/2019/09/17/cerveja-com-mel-e-tao-variada-que-pode-conquistar-ate-os-mais-amargos/ http://sigaocopo.blogosfera.uol.com.br/2019/09/17/cerveja-com-mel-e-tao-variada-que-pode-conquistar-ate-os-mais-amargos/#respond Tue, 17 Sep 2019 14:40:17 +0000 http://sigaocopo.blogosfera.uol.com.br/?p=1596 “Eu não gosto de cerveja com mel”. E sim, meio bar ouviu esta blogueira esbravejar ao copo de sua primeira Honey Dew, da tradicionalíssima inglesa Fuller’s, há uns bons anos. Chegou a hora de acabar com essa birra e aprender que cerveja com mel leva muito mais no copo que um gosto adocicado e que […]

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(Crédito: Bruno Kelzer/Unsplash)

“Eu não gosto de cerveja com mel”. E sim, meio bar ouviu esta blogueira esbravejar ao copo de sua primeira Honey Dew, da tradicionalíssima inglesa Fuller’s, há uns bons anos.

Chegou a hora de acabar com essa birra e aprender que cerveja com mel leva muito mais no copo que um gosto adocicado e que a variedade de estilos que levam esse toque doce é tão grande que não dá para mostrar a língua sem saber do que se trata.

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Como toda implicância na vida, a gente precisa sempre de um empurrãozinho para varrer os mitos para fora da cabeça e dos copos. Desta vez, foi o projeto da Colorado para salvar abelhas nativas e a chegada ao mercado de mais uma cerveja com um pé na colmeia.

Appia, é você?

Não como a que conhecemos….e essa é a primeira pergunta que muita gente vai se fazer com o novo e sétimo rótulo da linha “Brasil com S” da cervejaria de Ribeirão Preto.

O estilo é Honey Ale e leva mel de abelhas nativas como Mandaçaia, Jataí, Uruçu e Tiúba. Serão quatro opções com aroma frutado, dulçor aparente, 17,5 IBU e… 8% de teor alcoólico. (Pega essa, galera). Com edição limitada, o novo rótulo será vendido em chope, nos Bares do Urso e na Toca do Urso, e em garrafa, no site do Empório da Cerveja, no Bar do Urso e na Toca do Urso.

Senta que lá vem a sommelière

Dentre os dois principais guias cervejeiros do mundo – o da Brewers Association e o do Beer Judge Certification Program – aparece lá no meio das Specialty Beers as Honey Beers e nem adianta criar muita regra porque até os caras mais criteriosos da cerveja mundial são super flexíveis com o subestilo.

Pode ser baseada em um estilo tradicional ou experimental, desde que leve o acréscimo de mel. Amargor pode ser inexistente ou altíssimo. Teor alcoólico pode ir de 2,5% a 12%!

Quero “mé” no “mé”

Além da novidade da Honey Ale Colorado, temos pelo menos mais três rótulos de cervejas com mel no mercado:

A já citada Appia, também da colorado, uma cerveja de trigo com mel de 10 IBU e 5,5% ABV;

a também citada Honey Dew, da Fuller’s, uma English Golden Ale de 17,5 IBU e 5% ABV;

e a Pedrita, da Tibaya, outra Honey Ale, com 5,2% ABV.

Já dá muito zangão perder o medo de cair de amores por uma cerveja doce sem exageros.

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Vinho “salgadinho” guardado no fundo do mar por cinco meses chega ao Brasil http://sigaocopo.blogosfera.uol.com.br/2019/09/14/vinho-salgadinho-guardado-no-fundo-do-mar-por-cinco-meses-chega-ao-brasil/ http://sigaocopo.blogosfera.uol.com.br/2019/09/14/vinho-salgadinho-guardado-no-fundo-do-mar-por-cinco-meses-chega-ao-brasil/#respond Sat, 14 Sep 2019 14:15:10 +0000 http://sigaocopo.blogosfera.uol.com.br/?p=1590 Há um quê de romantismo passear por entre os barris de vinhos à espera de um copo, mas e se ao invés disso a bebida estivesse armazenada no fundo do mar? Foi com a ideia de tirar a bebida do mesmismo que a espanhola Bodegas Habla a colocou no fundo do mar e criou o […]

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Tá vendo esse marzão? Ele guarda um curioso vinho

Há um quê de romantismo passear por entre os barris de vinhos à espera de um copo, mas e se ao invés disso a bebida estivesse armazenada no fundo do mar?

Foi com a ideia de tirar a bebida do mesmismo que a espanhola Bodegas Habla a colocou no fundo do mar e criou o Habla del Mar em 2017 – a primeira edição esgotou em apenas quatro meses após o lançamento.

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Durante cinco meses e a 8ºC, o vinho composto por quatro variedades brancas da Galiza, Cantábria, País Basco e Catalunha é submetido a uma segunda fermentação na Bahía de San Juan de Luz, na França. Quem fica de olho em tudo isso são mergulhadores.

As adegas submarinas

O que isso quer dizer no copo?

Segundo a vinícola, rejuvenescimento, nuances salinas (também pelas vinhas serem cultivadas próximas à costa), de algas e acidez diferenciada.

(Bebida salgada pode soar meio estranho, mas tem até cerveja cheia de tradição com esse mesmo toque)

A vinícola agora apresenta o segundo Habla del Mar, um branco com um caráter muito único como resultado da imersão realizada entre novembro de 2018 e abril de 2019.

Preparação das adegas submarinas para lançamento ao mar

Onde encontrar

O vinho é trazido pela Importadora Hispania e é encontrado em seu showroom, em São Paulo (Rua Booker Pittman, 290 – Chácara Santo Antônio), além de lojas especializadas.a R$ 200 (garrafa).

Para quem estiver curioso para ver essa novidade de pertinho, o Habla del Mar estará na Wine Trade Fair, que acontece de 17 a 19 de setembro, em São Paulo, no Pavilhão de Exposições do Anhembi.

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Caçadores de vinhos usam experiência, retiro e até cão em busca pela bebida http://sigaocopo.blogosfera.uol.com.br/2019/09/11/cacadores-de-vinhos-usam-experiencia-retiro-e-ate-cao-em-busca-pela-bebida/ http://sigaocopo.blogosfera.uol.com.br/2019/09/11/cacadores-de-vinhos-usam-experiencia-retiro-e-ate-cao-em-busca-pela-bebida/#respond Wed, 11 Sep 2019 11:55:39 +0000 http://sigaocopo.blogosfera.uol.com.br/?p=1585 Imagina sair pelo mundo em busca de vinhos e chamar isso de trabalho! Com mais de 20 anos de vinhos na bagagem, os winehunters Manu Brandão e Vicente Jorge têm esse ofício dos sonhos. A procura por rótulos fora do óbvio agora é celebrada com o lançamento da própria marca de vinhos da dupla, a […]

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Manu Brandão e Vicente Jorge, os “winehunters”

Imagina sair pelo mundo em busca de vinhos e chamar isso de trabalho! Com mais de 20 anos de vinhos na bagagem, os winehunters Manu Brandão e Vicente Jorge têm esse ofício dos sonhos.

A procura por rótulos fora do óbvio agora é celebrada com o lançamento da própria marca de vinhos da dupla, a Enclos du Wine Hunter, pela Wine. Mas o que faz exatamente um “caçador de vinho”?

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“Horas-copo”

Ainda que tenham a formação de sommelier e cursos em vinícolas do mundo todo, a dupla conta que “beber é preciso”…e não é pouco. O francês Manu Brandão calcula singelos 2 mil rótulos ao ano de diferentes partes do globo.

Nascido em Bordeux, terra de vinhos tradicionais e premiados, Manu conta com um pouco de instinto e feeling para descobrir aquela produção mais especial e fazê-la passear com mais facilidade pelo paladar dos brasileiros.

Eu, você, uns vinhos e um cachorro

Quanto mais contam sobre a vida de “caça”, mais parece que se trata mesmo de uma deliciosa opção de vida. Desenvolver uma marca própria e participar de todo o processo – da escolha da uva à garrafa – levou os de volta à terra natal de Manu, onde praticam uma espécie de retiro (daí a palavra “enclos”), duas vezes por ano.

Entre degustações e troca de impressões sobre as novas “joias”, Manu e Vicente contam com somente mais um seleto membro neste recolhimento: Otto, um Dogue de Bordeaux.

Os melhores amigos do homem podem não ser engarrafados, afinal.

Como o Brasil descobre vinho

A inspiração de terras francesas é traduzida para o paladar brasileiro: mercado novo, curioso, mas com muito a aprender.

“Made in Brazil”, o também “winehunter” Vicente Jorge vê a paixão por vinho no país crescer, mas ainda muito nova e ligada a pontuações e indicações.

Para ele, falta descobrir a versatilidade da bebida, que pode ser servida em uma feijoada, em um dia de praia, com hambúrguer e ao lado de um bom churrasco.

Caçar vinhos em três palavras

Perguntado como resumiria seu ofício, Vicente sem querer dá uma lição para profissionais de qualquer área e lança no ar o que um “winehunter” precisa (anotem):

Relacionamento: essencial para ter acesso ao que há de melhor no mundo do vinho; instinto, que é uma coisa que a gente tem, mas também se treina; e negociação, fundamental para chegar ao que há de melhor e oferecer ao público”.

Parece muito sisuda essa história de “viver de buscar vinhos”? Vicente dá um spoiler para matar meio mundo de inveja já ao final da entrevista:

“E se eu puder sugerir uma palavra a mais, seria: é uma delícia!

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Cervejas sem álcool ganham mais rótulos de peso no mercado http://sigaocopo.blogosfera.uol.com.br/2019/09/04/cervejas-sem-alcool-ganham-mais-rotulos-de-peso-no-mercado/ http://sigaocopo.blogosfera.uol.com.br/2019/09/04/cervejas-sem-alcool-ganham-mais-rotulos-de-peso-no-mercado/#respond Wed, 04 Sep 2019 12:37:53 +0000 http://sigaocopo.blogosfera.uol.com.br/?p=1577 Lá no fim de 2017, o Siga o Copo já falava das opções de cervejas sem álcool para quem tinha restrições de saúde e para gestantes e lactantes. Em 2019, as bebidas “zero” surgem como uma forte tendência até mesmo entre países de forte tradição “biriteira”, como a Alemanha. Nesta semana, porém, o mercado brasileiro pode […]

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Lá no fim de 2017, o Siga o Copo já falava das opções de cervejas sem álcool para quem tinha restrições de saúde e para gestantes e lactantes. Em 2019, as bebidas “zero” surgem como uma forte tendência até mesmo entre países de forte tradição “biriteira”, como a Alemanha.

Nesta semana, porém, o mercado brasileiro pode comemorar a chegada de mais duas dessas cervejas, produzidas em cervejarias de renome no mercado artesanal.

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Inspirada pelo Dia de Responsa da Cervejaria Ambev – que defende o consumo consciente da bebida -, a Wäls lança a Session Free, sua primeira cerveja com 0,0% de álcool. Na receita, lúpulos citra para uma bebida aromática, refrescante e com amargor na medida.

Choque? Que nada

A novidade foi apresentada em uma festa fechada para 80 convidados em uma casa noturna de Belo Horizonte. Metade deles recebeu o lançamento e a outra metade, a famosa Wäls Session Citra – que contém 3,9% ABV. O resultado da experiência: satisfação igual para ambos os públicos.

Preço e locais de venda devem ser lançados brevemente e atualizo por aqui.

Libélula “zero”

Também nessa semana, a Dádiva (SP) anunciou uma Golden Ale sem álcool, que destaca em primeiro plano os aromas e sabores provenientes do malte – ou seja, mais adocicada e com sutil amargor.

…e não é só isso

Outra boa notícia é para quem não pode com glúten (beijo, primo!), também já abordado neste blog , com a Dádiva IPA Gluten Free. A diferença para uma IPA comum é que ela recebe uma enzima capaz de decompor as proteínas do glúten e tornar o consumo da bebida apropriada para celíacos ou adeptos de dietas especiais. O amargor esperado do estilo, no entanto, não se perde.

A Dádiva IPA Gluten Free já está sendo comercializada em bares, casas especializadas em cervejas artesanais e restaurantes. A Dádiva Golden Ale sem álcool chega aos pontos de venda no dia 2 de setembro.

Se organizar direitinho, todo mundo tem uma cervejinha para chamar de sua.

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Oktoberfest SP terá time de microcervejarias para encher os olhos – e copos http://sigaocopo.blogosfera.uol.com.br/2019/08/29/oktoberfest-sp-tera-time-de-microcervejarias-para-encher-os-olhos-e-copos/ http://sigaocopo.blogosfera.uol.com.br/2019/08/29/oktoberfest-sp-tera-time-de-microcervejarias-para-encher-os-olhos-e-copos/#respond Thu, 29 Aug 2019 12:28:37 +0000 http://sigaocopo.blogosfera.uol.com.br/?p=1568 Enquanto Munique estiver celebrando mais uma tradicional Oktoberfest, São Paulo terá no mesmo período (20 de setembro a 6 de outubro) sua própria versão da festa pelo terceiro ano consecutivo. Agora no Jockey Club, a farra tem como cervejaria oficial a Eisenbahn e terá o chope oficial com o estilo e nome da celebração, além […]

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Enquanto Munique estiver celebrando mais uma tradicional Oktoberfest, São Paulo terá no mesmo período (20 de setembro a 6 de outubro) sua própria versão da festa pelo terceiro ano consecutivo.

Agora no Jockey Club, a farra tem como cervejaria oficial a Eisenbahn e terá o chope oficial com o estilo e nome da celebração, além de mais estilos já famosos elaborados pela marca. O que deixa o mercado cervejeiro artesanal ainda mais feliz, porém, é a presença de parceiras que têm a chance de dar a cara a um público menos especializado – mas não menos curioso.

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Neste ano, estreiam nos taps da festa alemã em São Paulo nomes de encher os olhos e os canecos, como a Hocus Pocus (RJ), Croma (SP), Bold Brewing (CE), Everbrew (SP), Capa Preta (MG), Verace (MG), Tarantino (SP), Madalena (SP), Zalaz (MG), Fábrica ICB (SP), What’s On Tap (SP) e Dama (SP).

Voltam às torneiras na edição 2019, mais nomes de peso no mercado craft, como Dádiva (SP), Avós (SP), e De Bron Bier (PE).

A lista de cervejas que cada uma levará ainda não foi revelada, mas a ideia é apresentar muito além da tradição alemã com toques bem brasileiros de cervejas cheias de criatividade. Segundo Alexandre Du Rocher, diretor de craft beer da Heineken, as parceiras estão livres para apresentar os estilos que desejarem e ainda deixou esse Siga o Copo com antenas ligadíssimas: colaborativas com algumas delas podem vir por aí.

Ganham o evento, os cervejeiros e, claro, os bebedores.

Mais info sobre a festa, você encontra no site oficial.

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Dar nota para cerveja não quer dizer nada – mas app é mão na roda http://sigaocopo.blogosfera.uol.com.br/2019/08/27/dar-nota-para-cerveja-nao-quer-dizer-nada-mas-app-e-mao-na-roda/ http://sigaocopo.blogosfera.uol.com.br/2019/08/27/dar-nota-para-cerveja-nao-quer-dizer-nada-mas-app-e-mao-na-roda/#respond Tue, 27 Aug 2019 12:52:34 +0000 http://sigaocopo.blogosfera.uol.com.br/?p=1562 Tenho uma conta no Untappd desde 23 de junho de 2013. Nessa época, bebia muito menos, julgava muito mais, registrava as que eu lembrava e dava uma nota. Meu critério era apenas meu paladar no contexto da época – o de conhecimento cervejeiro próximo de zero. Como disse aqui, já senti gosto de sabão em […]

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Crédito: Pejmon Hodaee/Unsplash

Tenho uma conta no Untappd desde 23 de junho de 2013. Nessa época, bebia muito menos, julgava muito mais, registrava as que eu lembrava e dava uma nota. Meu critério era apenas meu paladar no contexto da época – o de conhecimento cervejeiro próximo de zero.

Como disse aqui, já senti gosto de sabão em wit e cinzeiro em rauchbier em estilos que não conhecia – e a nota dessas provas teria sido zero, 0,5? Eu era o que o Sommelier da Depressão chama de “poeta de Untappd” à minha maneira.

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E qual o problema nisso?

Bem, criar uma rede de “achismo” cervejeiro é um deles. Sem uma “curadoria” (o que tornaria o negócio bem chato, mas bem mais confiável), é só um sopão de dados, gostos e pitacos.

Anos depois e muita água passada pela ponte cervejeira, me perguntam com frequência por que não dou mais nota e o motivo de eu nunca fazer análise das cervejas do app mais famoso do mundo cervejeiro.

Sobre notas: ranking não quer dizer nada. A maravilha e a merda da internet é que todo mundo pode alardear sua opinião por aí. Em forma de número fica ainda mais superficial. O que quer dizer uma cerveja nota 5, no fim das contas? É a mais pop? É a moda da vez?

Exemplo: uma cerveja que foi inesquecível para mim foi a Cuvée des Jacobins Rouge, para a qual eu dei nota 4,5 em 2016. A média da bonita no app? 3,9. O que isso quer dizer? Bem… nada. Você, leitor, se provar sem nunca ter tomado uma Flanders Red Ale tem grandes chances de me bater se um dia me encontrar na rua. Um cervejeiro que tenha tesão pelo balsâmico (eu) vai questionar o motivo de não dar 5. E por aí vai.

Sobre descrições: eu tenho preguiça. Se estou numa confraria, ou julgando concursos de cerveja, serei criteriosa, chata, farei textões em fichas. Se eu tô bebendo na paz, amigo, não vou parar para bochechar a bebida e fazer análise sensorial.

Então para que serve?

Para formar sua opinião cervejeira é que não serve. Para isso, estudo e “horas-copo” são bem mais válidas que rede social. Com ou sem especialistas. Cada um tem um background, contexto e treino de paladar.

A beleza do app está no uso dele para além da telinha: consultar o que tem nas cervejarias (alow, estabelecimentos!), catalogar cervejas consumidas para não repetir nesse variado mundão, vasculhar bares bacanas próximos em viagens e conhecer a cultura cervejeira local.

Em um mundo cada vez mais voltado para o virtual, a cerveja merece muito mais que um “thread” de achismos e manjões. Bom uso de qualquer rede social ajuda a cabeça, coração e, claro, paladar.

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